Dupla capixaba representa na Cacimba do Padre

sábado, 28 de fevereiro de 2009

O freesurfer Bruno Pena e o atleta da nova geração Kristian Kymerson (UOT) marcaram presença na Cacimba do Padre, Fernando de Noronha (PE), durante o Hang Loose Pro Contest 2009 e representaram o Espírito Santo muito bem. A dupla foi elogiada tanto no freesurf quanto na competição por surfistas locais, competidores e fotógrafos que acompanhavam o evento válido como etapa 5 estrelas do WQS.

Uma das principais promessas do surf capixaba, Kristian foi o primeiro a competir e mostrou tranquilidade antes e durante a bateria. Encarou durante no primeiro round uma bateria fortíssima com os atletas Marco Giorgi, Halley Batista e Marco Polo.

Marco Polo venceu e o atleta da Barra do Jucú avançou em segundo, surpreendendo à todos os espectadores com uma nota nove, suficiente para eliminar dois surfistas de peso.

De Leve

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009


O vídeo que a UOT fez recentemente sobre a empresa teve trilha sonora de bons artistas nacionais e entre eles: De Leve, um rapper sem estereotipos, que com sua música “Essa é pros amigos”, chamou a atenção da galera.


De Leve nos concedeu uma breve entrevista.






De Leve , a entrevista.

UOT – Suas letras são sempre “cortantes”. O que mais te inspira na composição?
De Leve: O dia a dia que vivo, o que vejo, o que ouço, as merdas que faço tbm, tudo isso acaba me inspirando de alguma forma. radio, televisao, programa de fofoca, tv fama... tudo isso tb. *

UOT – Acredita que através da música, do Rap, pode atingir a alma das pessoas?
*A alma nao sei, mas o coração as vezes sim. *

UOT – Sua carreira se parece com a de outros rappers famosos, como o D2. Você se espelha em algum outro artista do seu meio? Qual?
*Vc acha mesmo? Eu nao acho que pareca muito nao, estamos em patamares diferentes, ele muito famoso eu nem tanto, porém, como ele, vejo que o que ele conquistou nao foi de um dia pro outro, demora mesmo.*

UOT – Antes de ser cantor você fazia o que da vida?
*Estudava e escrevia. *

UOT – Como foi para você o convite para ter uma música como trilha de vídeo institucional de uma marca de surfwear?
*O surfe, por morar em uma cidade litoranea como niteroi, sempre esteve presente na minha vida. Eu nunca surfei de prancha, mas de peito, mas varios amigos pegam e pegaram onda durante minha vida e isso sempre foi parte dela, porisso fiquei bem feliz, um pouco surpreso, mas amarradão. *

UOT – Sua presença na internet é bem interativa. Acredita que a web tem o poder de difundir o trabalho de um artista como você sem o poder de fogo das gravadoras?
*Tenho certeza disso, faço isso desde o inicio de minha carreira e o potencial eh enorme. *

UOT – Por que De Leve?
*Um apelido. eu usava muito essa expressão, acabei ficando com ela. *

UOT – Sua música é muito ouvida entre o pessoal do surf?
*Sabe q eu nao sei? Espero que sim, mas gostaria de saber com certeza. *

UOT – Para encerrar, fique à vontade e mande um alô pra galera que curte o seu som.
*Queria agradecer ao espaco e apoio de toda galera do surf e da UOT, lembrando que meu disco novo **DE LOVE vai sair agora em abril junto com uma revista d um esporte co-irmão do surf, o skate, na CEMPPORCENTOSKATE, estamos nessa parceria, e meu CD vem junto com a revista que custa R$5. Espero que o pessoal compre e goste.*

Música: Essa é pros amigos



Essa é pros amigos/ que tão junto comigo/ aqui/ com ou semdinheiro já que é de graça comer caqui/ não preciso de tênis,/não tenho o maior pênis,/ nem quero com fama eu também como aLuciana Gimenez/ não uso Nike no pé/ na camisa ou no boné/ semCalvin Klein na cueca, nego me acha mané/ sem meia d'Adidas, semcamisa da Tommy/ sem bermuda da Champion, as interesseiras somem/sem som do Timbaland no fone,/ sem Timberland, sem telefone/celular, só as de celulite dizem qual seu nome/ sem carro, só delong/ só de totó e ping-pong/ nego do rap me acha play e cresceigual King Kong/ odeio marca/ e trânsito, ando de barca/ zuarclichê dá certo, marca/ a maioria embarca/ não sei pra quê serricão/ e ter que ficar com bicão/ mais três negão/ igual a Xuxapra ter proteção/ já eu não/ to de sandália/ só o meio o fioatrapalha/ e o diskman quando o fio escangalha/ no Rio encalha/quem tenta fazer som maneiro/ ainda mais eu que pouco bebo/ e seelas pedem nunca tenho isqueiro/ é assim que funciona/ quando serelaciona/ dando dinheiro/ de volta pra casa ela exige epressiona/ tanto que vira costume igual/ eu com o comentáriosobre o som que ouço e o volume dizem que arde igual/ pedra umena afta/ dizem que é desigual/ igual nafta/ mas nem é quando osentido real/ se capta/ roupa não te faz melhor, cê só seadapta/ lendo 1 livro por mês sua inteligência ninguém rapta/mas ninguém tá afim, cansa/ é melhor ligar a tv/ faz igual amim, descansa/ seu futuro dá pra prever/ sábado a noite noquarto pá vê cine privê/ pavê na mão/ classificado no chão, comomichê/Essa é pros amigos


Conheça mais sobre De Leve aqui e aqui.






O Surfista Solitário

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Na comunidade do surfe, todos o conheciam. Ou melhor, ninguém o conhecia realmente; mas todos os surfistas, longboarders e bodyboarders da região já o tinham visto, ou já tinham ouvido falar dele. Sim, porque, vê-lo, era fácil; bastava estar na praia onde quebrassem as melhores ondas do dia, e olhar para o line-up; ele certamente estaria no outside. Era sempre um dos primeiros, senão o primeiro, a entrar no mar, e um dos últimos, senão o último, a deixar a praia. Sempre pegava a rainha da série; por mais que a praia estivesse repleta de surfistas, e por mais que os maiores profissionais do esporte estivessem disputando braçada a braçada as ondas, a melhor do dia, a maior do dia, todos sabiam, seria invariavelmente surfada por ele. Pelo Surfista Solitário.

E como ele surfava! Um surfe moderno, de linhas fortes, agressivas; o repertório de manobras incluía uma apurada colocação para os tubos, e os mais variados e inovadores aéreos. Deslizando sobre sua prancha, totalmente à vontade em seu elemento, o Surfista Solitário não surfava: destruía com classe toda onda que aparecia em sua frente. Além disso, o estilo era único, inimitável; nenhum movimento desperdiçado, harmonia total de braços e pernas; a linha que ele desenhava nas ondas era o que mais se aproximava da perfeição em matéria de surfe.

Sempre tinha pranchas novas, e sempre com o logotipo da marca mais famosa de surfwear, seu patrocínio desde que dera seus primeiros passos sobre as ondas.

Nunca disputava campeonatos. Porque aquilo não era disputa, era um verdadeiro massacre; todos os outros surfistas sabiam que, se o Surfista Solitário estivesse na competição, a premiação disponível era a do segundo lugar.

Mas o Surfista Solitário era um sujeito muito estranho. Não falava com ninguém; nunca sorria, não cumprimentava, não andava com ninguém; simpatia não era com ele. Não que fosse grosseiro, arrogante nem desrespeitador; obedecia a ordem natural do surfe, respeitava a todos, dentro e fora d’água; respeitava a prioridade, mesmo que o surfista que a detinha fosse um aprendiz que mal soubesse ficar de pé sobre a prancha.

Ninguém sabia nada sobre ele, além de que era o maior surfista das redondezas, e provavelmente melhor do que a maioria dos atletas da elite; diziam mesmo que era um virtual candidato ao título mundial, e que seu patrocinador, antevendo o talento nato do garoto, o preparava para o Tour desde a mais tenra idade. Os meninos da região cresceram e aprenderam a surfar assistindo suas performances inspiradoras. Muitos tentavam imitar seu estilo, porém ele era inimitável. O Surfista Solitário era um mistério completo, uma verdadeira lenda urbana da tribo do surfe.

Mas, quem observasse de perto aquele homem singular, quem olhasse bem no fundo de seus olhos, perceberia que algo se passava em seu interior; havia algo ali que o atormentava, que o consumia por dentro; uma sombra como de uma tempestade que, lenta e inexoravelmente, ia cobrindo aquela pobre alma.

O que ninguém percebia era que, por trás daquele surfista inigualável, daquele gigante das ondas, havia uma criança em corpo de homem; ninguém notava (nós, homens dos tempos modernos, temos essa incrível habilidade, de conviver sem conhecer; de compartilhar espaços sem compartilhar vidas; de, impávidos, não nos importarmos com os que nos cercam; somos como universos absolutos, suficientes e definitivos em nós mesmos) que o Surfista Solitário era solitário, não porque não gostasse de companhia, mas porque não compreendia o estranho mundo dos homens. Que sua alma, límpida como um brilhante dia de sol e ondas perfeitas, não se adaptava ao espetáculo de egoísmo que o cercava; que ele não compreendia as avarezas, a violência, as pequenas e grandes mesquinharias com que seus semelhantes –semelhantes?- agrediam seus puros olhos de ser elementar.

Que a invasão de seus domínios (não porque fosse senhor daquele espaço, mas porque aquele era seu ambiente natural, o espaço no planeta onde ele exercia sua arte, seu ofício, sua missão) por seres pouco iluminados e pouco predispostos a se submeterem à luz; por imbecis distraídos que não percebiam a força, a energia que poderiam trocar com o elemento água, e que por isso roubavam essa energia; por seres iracundos que espalhavam suas diatribes –e eventualmente, porradas- ao vento, conspurcando a paz daquele santuário natural chamado oceano, desprezando a oportunidade única de ligar-se, pelo surfe, ao eterno; por patetas cegos que, menosprezando a natureza, a criação, deixavam de ser gratos, de unir-se ao Criador; que essa invasão de bárbaros matava, dia após dia após dia, um pedaço dele.

Disputou a primeira etapa do WCT; surpreendeu o mundo ao derrotar os grandes nomes do esporte mundial, só perdendo na semi-final para o detentor do título. Uma carreira brilhante se desenhava...

Então, subitamente, ele desapareceu. Não foi mais visto no free surf, nem tampouco voltou a disputar campeonatos. Ninguém mais o encontrou no surfe, em praia alguma da região. O melhor swell do ano podia estar despejando altas ondas pela costa; ele não foi mais visto. Desapareceu, como a bruma que se dissipa com o calor do dia.

O tempo passou, como lhe cumpre passar. A pessoa que outrora fora conhecida como o Surfista Solitário foi sendo aos poucos substituída pela lenda. Os mais novos não acreditavam em sua existência. Os antigos ainda falavam dele, relembrando suas performances épicas.

Certo dia, perguntaram ao seu antigo patrocinador se teria notícias dele. O velho empresário e shaper sorriu um sorriso melancólico. Nunca mais ouvi falar dele, respondeu.

Era mentira. Estivera com ele no verão passado, e em todos os outros, desde que ele se foi. Mas nunca poderia dizer isso aos outros. Eles não compreenderiam, pobres almas apegadas aos seus carrões, aos seus apartamentos de cobertura de frente para o mar e aos confortos da vida moderna, que o Surfista Solitário, recusando-se a assistir à derrocada de sua raça, ao crepúsculo dos homens, exilara-se numa ilha distante, desconhecida e deserta. Obviamente, cercada, por todos os lados, de direitas e esquerdas tubulares, perfeitas em cada milímetro de sua extensão. Ele nunca revelara isso a ninguém, mas enviava ao Surfista, de tempos em tempos, novas pranchas e alguns poucos itens necessários para a sobrevivência de um ser humano em ambientes inabitados. Nas ocasiões em que voara ao encontro de seu grande e velho amigo, havia surfado, na companhia apenas do lendário Surfista, as melhores ondas jamais surfadas.

De fato, aqueles eram os melhores dias de sua existência. Por aqueles dias, a vida valia a pena. O experiente surfista contava os meses para, em suas férias, ir, com a esposa e os pequenos, ter com aquela criatura singela, e viver, ainda que por alguns dias, a vida como deve ser vivida. Nesta ocasiões, eles pouco falavam; palavras eram desnecessárias, eram incompletas. O surfe era sua linguagem. Passavam os dias surfando, pescando, brincando com os filhos do surfista empresário; desfrutavam do melhor do planeta, ali, da maneira que a vida fora idealizada pelo Pai da Eternidade; aquele era o que restava do Éden na terra.

Não, ele nunca revelaria o paradeiro do Surfista Solitário. Não queria, não podia, correr o risco de levar alguém a descobrir e macular o santuário do surfe onde seu amigo se refugiara.

Quando falavam dele na praia, apenas ouvia, silencioso, as expressões de surpresa e incredulidade dos novos, e de incompreensão dos antigos, diante da incrível história do Surfista Solitário que desaparecera para sempre, tragado pelas profundezas do oceano em algum tubo mágico.

Alguns diziam que ele era algum tipo de santo. A maioria, que era um louco. Uns poucos achavam que era, na verdade, um anjo.

O velho surfista sorria. Seu amigo, o Surfista Solitário, não era nada disso. Era apenas uma alma simples, e por isso nobre, que havia encontrado seu lugar no universo.

Uma alma pura, que amava o oceano.

Alma de surfista.


Por: Paulo Marreco
Data:19/2/2009
Coluna:
Alma de surfista

Diogo Leão é campeão do surf profissional capixaba 2008

sábado, 21 de fevereiro de 2009

O atleta de Guaraparí Diogo Leão conquistou neste último final de semana (14 e 15/2) seu terceiro título capixaba profissional durante a etapa decisiva do circuito pro 2008 que rolou no Solemar, em Jacaraípe.


O local Flávio Ferreira deu um show de surf e levou para casa o título da etapa numa final disputada contra o atleta de Vila Velha Túlio Moulin. Apesar do bom resultado, Flavinho fica com a décima colocação no ranking.

Diogo ficou em terceiro na etapa, suficiente para lhe garantir o terceiro título profissional da carreira.

O atleta da UOT, Leandro Moulin, ficou com o 6º lugar geral.

Clique aqui e confira as baterias
Clique aqui e confira o ranking final

Carona consciente

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Para ajudar a aliviar o trânsito das grandes cidades, o site E-carona cadastra interessados em dar e obter carona.


Pessoas de uma mesma empresa, escola, universidade ou condomínio podem criar sua comunidade no site e organizar o revezamento na direção. O cadastro é totalmente gratuito e os dados podem ser mantidos privados.

Confira também as dicas de segurança.

SOS Praias conscientiza e agita o verão em Ubatuba

domingo, 15 de fevereiro de 2009


ONG combina responsabilidade social e diversão para promover educação ambiental

O trabalho em prol da preservação das praias brasileiras realizado pela ONG SOS Praias Brasil segue a todo vapor neste verão. Durante o mês de janeiro, a equipe ficou instalada na praia de Maranduba, em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, a fim de conscientizar a população local e turistas sobre os problemas relativos à preservação dos oceanos, praias e meio ambiente costeiro brasileiro.

De acordo com a presidente do projeto, Heloísa de Azevedo, a crise econômica mundial afetou significativamente a ação da ONG para esta temporada. "Não conseguimos patrocínio para executar o Projeto de Verão que havíamos planejado, mas, mesmo assim, não deixamos de realizá-lo", explica. A equipe SOS Praias fechou uma parceria com um camping de Maranduba, o que deixou o orçamento da estadia na praia mais acessível.

Para manter as instalações e gastos da ONG em Ubatuba, eles tiveram que suar a camisa. "Fizemos um bazar para vendermos as camisetas das Campanhas da UOT e da Nokynoy, que lançou uma linha de camisetas com cores da nossa bandeira e mensagens ligadas ao nosso trabalho", conta Heloísa, carinhosamente conhecida como Helô.

Durante todo o ano de 2008, os apoiadores do projeto forneceram materiais como lixeiras, saquinhos, cinzeiros portáteis, entre outros artefatos, que foram utilizados na tenda da campanha Saving the Planet deste verão. A iniciativa, patrocinada pela UOT - Union Ocean Team, visa alertar a população sobre os malefícios causados pelo aquecimento global.

Entre as demais ferramentas de conscientização da SOS Praias, o Homem-Bituca continua fazendo sucesso. "As crianças se divertem enquanto os fumantes desavisados ficam extasiados e surpresos". Vestido com uma fantasia de espuma no formato de um filtro de cigarro gigante, Marcelo Marinello, marido de Heloísa e fundador da ONG, percorre toda a praia distribuindo folhetos e cinzeiros ecológicos, no intuito de incentivar os fumantes a recolherem suas bitucas da areia.

Além disso, foi montada uma oficina de criatividade para motivar as crianças a reutilizarem embalagens descartadas no lixo para montagem de brinquedos. "Saíram daqui vários carrinhos, tampinhas surfistas e até um cachorrinho", lembra Helô.

Para manter a praia mais limpa, foram colocadas lixeiras seletivas nas proximidades das instalações provisórias da SOS Praias. "Percebemos uma grande procura e preocupação dos freqüentadores em usá-las, mesmo que nem sempre separando corretamente os materiais". Helô se mostra satisfeita com os resultados da iniciativa. "A frente do camping, que até antes de nós chegarmos vivia cheia de lixinhos, foi melhorando a cada dia com a adesão dos freqüentadores. Agora está um brinco".

Para ela, a SOS Praias realmente vem marcando presença nesta temporada e tem tudo para crescer cada vez mais. "Esperamos renovar com os patrocinadores que já estavam conosco, pois acreditamos que a imagem e credibilidade que passamos foram positivas e deram visibilidade às marcas". A presidente da ONG também se diz confiante em agregar mais apoiadores à causa.

Em 2009, a organização deve aumentar a agenda de eventos nas praias com o objetivo de atingir novos públicos. "A Campanha Saving the Planet apenas começou. Temos muito ainda o que divulgá-la com informações a respeito do Aquecimento Global. Para a Nokynoy, deveremos estar lançando uma nova linha de camisetas com frases ecológicas e levando a educação ambiental às massas", conclui.

Quem desejar abraçar ou patrocinar esta causa, basta acessar www.sospraiasbrasil.org.br. Contatos pelo telefone (11) 8428-3802 ou e-mail sospraiasbrasil@gmail.com

Empresas que possuem o compromisso com a responsabilidade social e ambiental apóiam o projeto. Entre elas estão Oakley, Gretta Silk, UOT (Union Ocean Team), Nokynoy, Fama Assessoria, Esfera Soluções e site E-Radicais (uai.eradicais.com.br).

Por Maria Fernanda Cunha

Fama Assessoria

Coleção Masculino UOT 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

A partir de março nas melhores surfshops do Brasil.





Muita tecnologia como apliques laser, botões personalizados antioxidantes, microfibra sublimada impermeável nos boardshorts, jeans resinados, t-shirts com silk flocado, são alguns detalhes que agregam ainda mais qualidade ao já conhecido e inovador design UOT.


Abaixo uma amostra do que voce encontrará nas lojas.

Por que presentear com UOT?

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

"Um presente não fica apenas para quem recebe; um dia ele retornará à Terra e será uma herança deixada ao mundo. Por isso eu presenteio com UOT, pois tenho a certeza de que presenteando hoje, eu planto um presente para o futuro do mundo e de meus filhos."




Com as belas palavras acima, que fazem alusão ao nosso trabalho com a distribuição de sementes da flora brasileira, Andréia Chiabai , de Itarana(ES), levou um kit UOT mostrado na foto que gentilmente enviou para nós.


Andréia, parabéns mais uma vez.

WQS: Kristian avança para segundo round em Noronha

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

O atleta da UOT, Kristian Kymerson, 16, avança para o segundo round do Hang Loose Pro Contest 2009, na Cacimba do Padre, Fernando de Noronha, numa bateria muito dificil em sua estréia. Peninha compete ainda nesta terça-feira (10/2).


Clique aqui e acompanhe a transmissão ao vivo
Clique aqui e confira os depoimentos
Clique aqui e confira os resultados

O capixaba avançou em segundo com um belo tubo nota 9 e média de 11.57, contra 12.50 de Marco Polo, 8.90 de Halley Batista e 3.89 do uruguaio Marco Giorgi.

O evento é válido como a primeira etapa da perna brasileira do WQS neste ano. Os principais atletas brasileiros encontram-se no arquipélago que apresenta ondas de dois metros de altura e séries maiores.

Outro capixaba inscrito no evento é Bruno Pena. Peninha cai ainda hoje contra André Silva, Robson Santos e Sérgio Lima.

Acompanhe as próximas notícias para saber mais informações da equipe EspíritoSurf direto de Fernando de Noronha.

UOT Princess Inverno 2009

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Impressões do Mundo




"Um olhar nostálgico sobre o mundo é o que traz a nova coleção.
Saudade daquilo que foi vivido e apego ao passado. As viagens pelo mundo, as lembranças, a saudade...
Tudo misturado com o prazer de conhecer pessoas, coisas e lugares novos!
Nesse contexto multicultural, a UOT Princess traz um panorama de formas e cores de alguém que viajou por muitos lugares do mundo e coloca em sua coleção toda a bagagem trazida dessa mágica experiência. Nessa viagem, deixe-se levar pelo lúdico, pelo passeio entre as nuvens... pela sua imaginação!"


Funny Princess, Casual Princess e
Shine Princess.
Para voce que é descolada, discreta ou baladeira,
veio ao lugar certo porque
a nova coleção terá o seu estilo.


Modelo: Rhayana Davies

Além das novidades da coleção inverno 2009, teremos um site inteirinho pela voces, meninas.

A partir de março nas melhores lojas do Brasil.



Aguarde e se surpreenda!


Kessy Borges (Estilo)

Google Earth entra na onda do surf

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009



A empresa Google apresentou nessa semana o "Ocean", nova versão do programa Google Earth, que permite navegar via satélite por diversas localidades do nosso planeta.Através dessa nova ferramenta, os usuários poderão conhecer um pouco mais sobre a vida oceânica, navegando em três dimensões pelas profundezas submarinas.


A novidade agrada principalmente aos surfistas, que terão à disposição uma nova e poderosa ferramenta para procurarem a sua praia preferida, descobrir novos picos e saber a temperatura da água.


Também será possível trocar experiências online, aconselhando, por exemplo, os melhores locais para a prática de surf, além de navegar ao redor de vulcões submarinos, acompanhar a percurso de uma baleia ou visitar a Grande Barreira de Corais na Austrália."Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície da Terra e, no entanto, são pouco explorados pelo homem", afirmou Florence Diss, responsável pelas parcerias geográficas do grupo.


Mais informações sobre a novidade, clique aqui.