UOT Em Movimento

sexta-feira, 31 de julho de 2009


O programa Em Movimento é Identidade, Atitude e Informação. Essas são palavras que juntas definem o programa exibido aos sábados, às 13h45m, na TV Gazeta, afiliada da rede Glono no ES.


Um programa produzido para jovens de idade e de cabeça. O Em Movimento explora o universo capixaba, com matérias sobre música, arte, moda, comportamento, esportes, ecologia, cidadania e outros temas diversificados.


Ele vai ao ar com o objetivo de trazer para o telespectador um mundo novo, que se modifica a cada momento. E para isso, um grupo de jovens, cada um com seu próprio estilo, correm, pulam, ouvem, falam, registram e apresentam para você todos esses movimentos.


E como atividade e qualidade movem o mundo em todas as idades, o Em Movimento despertou o interesse de outros segmentos e faixas etárias, além de seu target jovem, e ampliou ainda mais sua audiência.


A prova disso é bom resultado apresentado constantemente pela pesquisa de Ibope. Na última pesquisa na Grande Vitória (Maio/08), o programa obteve uma audiência domiciliar de 29 pontos e com 62% de share.


O Em Movimento é o programa de entretenimento de produção local de maior audiência do Estado do Espírito Santo.


Em Movimento veste:








Consultoria de estilo: Lamartine Neto


Você sabe decifrar o swell?

quinta-feira, 30 de julho de 2009


Quando o assunto é a previsão, sempre pinta os "gurus do surf", que sempre acham que sabem tudo de direção e swell, por diversas vi vários surfistas se sentido meio constrangido por não saber interpretar os famosos mapas de previsão.

Nesta matéria lhe ajudamos a decifrar os mapas e aprender a lidar com suas variações.

De onde o vento ou o swell vêm. Na comunidade marítima, direções são sempre definidas como a direção de onde o swell ou o vento estão vindo, não pela direção para onde estão indo. Graus usados são realmente graus, com o norte a 0 ou 360º (a partir daí contando no sentido horário), leste a 90º, sul a 180º e oeste a 270º. Nordeste pode estar em qualquer lugar entre 0 e 90º, sudeste entre 90 e 180º, sudoeste entre 180 e 270º e noroeste entre 270 e 360º.

Período do Swell
A variável tri-dimensional mais negligenciada. A maioria dos surfistas olha para as ondas de uma perspectiva bi-dimensional: tamanho da onda e direção. Mas as ondas precisam ser analisadas de uma perspectiva tri-dimensional, que também inclui o período do swell. Essa variável é o fator X. É a variável que determina o fazer ou o quebrar e tem um papel enorme no tamanho do swell. Isso porque:

1. Definhamento de ondas e a viagem. Quanto mais longo o período do swell, maior a energia que o vento transferiu para o oceano. Swells de períodos longos são capazes de segurar mais energia conforme viajam grandes distâncias cruzando o oceano. Swells de período curto (menos de 14 segundos entre as cristas das ondas) declinam conforme viajam pelo oceano e, portanto, são mais suscetíveis à diminuir por ventos opostos ou mares. Swells de período longo (maior do que 14 segundos) viajam com mais energia por baixo da superfície do oceano e há menos baixa, para que eles possam passar facilmente por ventos opostos e mares sem se afetar muito.

2. Conservando energia. Swells viajam como um grupo se ondas ou "em séries". Conforme o swell caminha, a onda da frente da série diminui de velocidade e cai para a última do grupo enquanto as outras ondas seguem em frente para conseguir essa posição. Aí a próxima onda na frente vai para trás e outra toma sua posição - como um cinto transportador que também segue em frente. É uma processo um pouco similar à técnica usada por corredores de bicicletas ou carros e possibilita que a séria conserve sua energia enquanto viaja grandes distâncias através do oceano. Trabalhando juntos para manter a energia.

3. Velocidade da onda. A velocidade do swell ou da série pode ser calculada multiplicando o período do swell [lembrando: tempo entre as cristas] por 1,5. Por exemplo, um swell ou série com um período de 20 segundos viaja a 30 nós nas águas profundas. Um swell com um período de 10 segundos viaja a 15 nós. As ondas individualmente na verdade se movem duas vezes mais rápido do que a série ou o swell, logo a velocidade de uma onda isolada pode ser calculada multiplicando o período do swell por três. Então uma onda sozinha, com um período de 20 segundos, viaja a 60 nós pelas profundezas. De novo, pense na série como o cinto transportador que se move sempre à frente.

4. Precursores. Ondas de períodos longos se movem mais rapidamente do que ondas de período curto, então elas chegaram primeiro. As precursoras são as primeiras ondas do swell que viajam mais rápido do seu corpo principal. Geralmente, essas antecedentes são pulsos de energia com períodos de 18 a 20 segundos ou mais. O pico de energia de uma série geralmente alcança 15 a 17 segundos. O período do swell constantemente cai durante seu ciclo de vida conforme ele vai chegando à costa. Quanto maior a distância percorrida, maior a separação na chegada entre as ondas precursoras e o cume do swell.

Freqüentemente essas primeiras ondas a chegarem medirão apenas alguns centímetros mas poderão ser medidas pelas bóias e outros instrumentos oceanográficos sensíveis, algumas vezes você pode senti-las como um impacto leve no quebra-mar ou outras pedras. Surfistas com o olho afiado podem senti-las como um movimento do oceano com uma ondulação e correnteza extra. Mesmo com apenas alguns centímetros, essas antecedentes constituem grande quantidade de energia. LOLA usa dados da bóia em tempo real para separar essas ondas minúsculas do resto do swell, para conseguir identificar os primeiros sinais de um novo swell - antes que possamos vê-lo na praia.

5. Período do swell e profundidade do oceano. A profundeza na qual as ondas começam a sentir o fundo do oceano é metade do comprimento entre as cristas das ondas. Esse comprimento e o período do swell estão diretamente relacionados, logo podemos usar o período do swell para determinar a profundidade exata na qual as ondas começarão a sentir o fundo. A fórmula é simples: pegue o número de segundo entre os swells, eleve-o ao quadrado e aí multiplique por 2,56. O resultado é igual à profundidade em que as ondas começam a sentir o fundo do mar. Um swell de 20 segundos começará a senti-lo a 1,024' de água (20 X 20 = 400. E 400 X 2,56 = 1,024 pés). Em algumas áreas ao longo da Califórnia, isso acontece a quase 18 km da costa. Uma onda de 18 segundos sente o fundo a 829' de profundidade, uma de 16 segundos a 656', uma de 14 segundos a 502', uma de 12 segundo a 367', uma de 10 segundos a 256', uma de oito segundos a 164', uma de seis segundo a 92 pés e assim por diante. Como percebido acima, ondas de períodos longos são bem mais afetadas pelo fundo do mar do que as de período curto. Por essa razão, chamamos os swells de período longo de swell de chão (geralmente 12 segundos ou mais). Chamamos swells de período curto de swells de vento (11 segundos ou menos) porque eles são sempre gerados por ventos locais e geralmente não podem viajar mais do que algumas centenas de quilômetros antes de se dissiparem. Swells de chão de longo período (especialmente 16 segundos ou mais) tem a habilidade de assentar muito mais num pico de surf, algumas vezes 180º, enquanto swells de vento de períodos curtos não tem tanta capacidade porque só sentem o fundo quando é tarde demais.

6. Banco de areia. Quando as ondas se aproximam de águas rasas perto da costa, seu eixo mais baixo começa a se arrastar pelo fundo do oceano e o atrito diminui sua velocidade. A energia da onda abaixo da superfície do mar é empurrada para cima, causando o aumento do tamanho das ondas. Quanto maior o período do swell, mais energia há embaixo d'água. Isso significa que ondas de períodos longos crescem muito mais do que as de período curto. Uma onda de 3 pés, com um período de 20 segundos, pode se tornar uma onda que quebrará com 15 pés (mais do que cinco vezes seu tamanho por baixo da água dependendo da batometria do chão do oceano).
Conforme as ondas passam por águas rasas, elas se tornam íngremes e instáveis quanto mais energia é empurrada para cima, por fim alcançando um ponto em que as ondas quebram nas profundezas com 1,3 de sua altura. Uma onda de 6 pés quebra em 8 pés de água. Uma onda de 20 pés quebra em 26 pés de água. Uma onda que viaja por um fundo gradativamente raso se esfarelará facilmente, quebrando devagar. Enquanto uma onda que viaja por um fundo que de repente se inclina, como um recife, resultará em uma onda mais rápida e cavada. Conforme as ondas caminham para águas rasas, a velocidade e seu espaçamento diminuem (as ondas ficam mais devagar e mais próximas), mas o período do swell continua o mesmo.

7. Refração. Ondas focam a maioria de sua energia em águas rasas. Quando uma onda arrasta sua parte inferior por um fundo irregular, a porção da onda que se arrasta por águas rasas diminui de velocidade enquanto a porção que passa por águas mais profundas se mantém. A parte da onda que estava sobre águas profundas começa a se assentar ou curvar em direção às águas rasas - basicamente como as ondas curvam ou inclinam perto de pontos como Rincon ou Malibu. Esse processo é chamado refração. Gargantas de águas profundas podem aumentar significativamente o tamanho das ondas conforme a porção do swell se move mais rapidamente pela parte funda e se curva e se converge com a porção do swell sobre águas rasas.

Isso multiplica a energia nessa parte da onda, causando seu crescimento conforme ela se aproxima da costa. O efeito de um ponto profundo perto da praia é freqüentemente o motivo pelo qual vemos ondas enormes ao longo de um trecho de uma praia, enquanto talvez apenas a alguns metros as ondas são consideradas menores. Isso acontece em picos como Black e El Porto ao sul da Califórnia, e Mavericks ao norte. Lembre-se, quanto mais longo o período do swell, mais as ondas serão afetadas pela batometria do fundo do mar, mais elas se assentaram ao pico e mais as ondas crescerão em águas profundas.

publicação: 19/07/09

Showroom UOT em Vitória

terça-feira, 28 de julho de 2009

Crise?


Passou ao largo do mercado surfwear, é o que parece. Os números mais recentes da economia brasileira vêm demonstrando que vamos crescer ainda em 2009, mesmo com a "marolinha" alardeada lá pelas "gringas".

As vendas verão 2009/2010 estão a todo vapor e a UOT para atender ainda melhor aos seus clientes lojistas que queiram conhecer de perto as peças das coleções e suas funcionalidades, acaba de inaugurar um confortável showroom em Vitória.

Nosso endereço é:
RUA PROFESSOR ALMEIDA COUSIN, 125
EDIFICIO ENSEADA TRADE CENTER, SALA 1514
ENSEADA DO SUÁ
VITORIA - ES
TEL: (27) 32014636


Nossa equipe:
JULIO CESAR: (27) 9947-4957
ADRIANA BIASE
MARIANA BIASE


Também atendemos em BH no endereço:
RUA PERNAMBUCO, 1002 - SAVASSI

Falar com:
RENATO BIASE: ( 31) 8775-0111
TADEU LYRIO: ( 31) 9241-7884




Fotos do Showroom de Vitória.







Krystian Kymerson arruma as malas

sábado, 25 de julho de 2009


Krystian Kymerson (UOT), surfista de Vila Velha-ES, irá representar o Brasil numa competição inédita de Jogos Mundiais de Surf na Costa Rica.

Ele embarca para a Costa Rica com a delegação brasileira nesta terça feira dia 28 de julho junto com a nova geração do surf brasileiro e embarca na próxima quarta-feira (29/7) para a Costa Rica, onde disputa o ISA World Surfing Games 2009, os Jogos Mundiais de Surf , sendo feito inédito para um capixaba.

A disputa acontecerá entre os dias 1 e 8 de agosto em Playa Hermosa, Jaco. O chefe da delegação brasileira, Juca de Barros, ressalta a importância da convocação de atletas jovens para a competição.

"A CBS está comprometida em dar oportunidade aos jovens brasileiros nos eventos internacionais, pois eles são o futuro do nosso surf”, afirma Juca, que também é presidente da CBS (Confederação Brasileira de Surf).

Krystian Kymerson vai bater de frente com nomes consagrados do surf mundial e poderá demonstrar o seu surf, e Krystian vai buscar o titulo para o Espirito Santo e o Brasil.

Boas ondas, Krystian!


Erick Wilson no 12° Simpósio de biologia Marinha

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A arte oceânica retratada em murais e telas pelo artista Erick Wilson marcou presença no 12° Simpósio de biologia Marinha que rolou no inicio do mês de julho em Santos, na Universidade Santa Cecília.



Conheça mais sobre o trabalho do artista no site OceanoArte.

Dicas para a boa prática esportiva

domingo, 19 de julho de 2009


Joseane Simon se alonga antes da bateria
Foto: Lair Azevedo



A flexibilidade é uma qualidade física integrante da aptidão física para a saúde e para o auto-rendimento, sendo importante tanto para o atleta como para o sedentário. - (WERLANG, 1997).

No indivíduo sadio a amplitude articular é influenciada pêlos ligamentos, comprimento dos músculos e tendões, e tecidos moles. Já em pessoas com problemas patológicos, as limitações podem ser agravadas por processos inflamatórios. - (WERLANG, 1997).

O bom nível de flexibilidade varia de acordo com a necessidade de cada um, logo, a boa flexibilidade é aquela que permite ao indivíduo realizar os movimentos articulares, dentro da amplitude necessária durante a execução de suas atividades diárias, sem grandes dificuldades e lesões.

No surf necessitamos de estar com uma boa flexibilidade para que no momento das manobras, os músculos estejam preparados. O surf é um esporte que propicia o atleta adquirir lesões, onde em muitos momentos, expõe a sua musculatura em amplitude máxima de movimentos, exigindo ao máximo dos músculos e tendões.

Ao longo dos anos, um surfista pode apresentar problemas na lombar, ombros, joelhos, na coluna cervical (região do pescoço), cotovelo e quadril. Isto acontece devido as posturas lesivas que o esporte exige como, por exemplo, remar deitado de barriga para baixo na prancha, onde sobrecarrega a lombar, a cervical, os ombros e os cotovelos.

Além disso, outro fator importante que causa lesões é a falta de manutenção dos músculos através de um adequado aquecimento antes de surfar. Para que fique claro, aquecimento não é a mesma coisa que alongamento. O aquecimento é composto por exercícios dinâmicos, que tem o objetivo de esquentar os músculos, onde se sustenta no máximo 6 segundos em cada exercício. O alongamento é o exercício ou manobra terapêutica que tem por objetivo alongar (esticar) estruturas de tecido mole, e, portanto, aumentar a amplitude de movimentos.

Geralmente o atleta sustenta de 10 a 30 segundos no mesmo exercício. Para o surf, o ideal é fazer um aquecimento, o alongamento relaxa a musculatura dificultando que a mesma esteja pronta para um movimento de explosão como, por exemplo, o drop.

A flexibilidade é treinada através de exercícios de alongamento. A melhora da flexibilidade é atingida com o treinamento regular de exercícios de alongamento, que consistem em favorecer toda a amplitude de movimento de uma articulação, dita normal, atuando sobre a elasticidade muscular, principalmente.

Quando a amplitude excede o normal, o estímulo atua não só sobre a elasticidade muscular como a mobilidade das articulações. Podemos dizer que flexibilidade é considerada a qualidade física e o alongamento a maneira para desenvolver esta qualidade.

Desta forma, podemos entender que não é indicado treinar a flexibilidade antes de surfar, o ideal é fazer um treino a parte, específico para a flexibilidade.

Fábio Sandes PalmeiraDomínio Corporal - Treinamento & Aventura
Instituto Domínio Corporal

Fonte: Ondaon

Flávio Galini cotado ao título em Lauro de Freitas (BA)

segunda-feira, 13 de julho de 2009


Entre os dias 18 e 19 de julho, a praia do Surf, em Villas do Atlântico, Lauro de Freitas (BA), dá largada à oitava edição do tradicional FTC Contest / Circuito Baiano de Surf Universitário 2009. A prova reúne estudantes de todo o litoral baiano, além de atletas de estados próximos como Sergipe e Alagoas.

O ilheense Flávio Galini, estudante do curso de ciências contábeis da Faculdade de Ilhéus, é um dos grandes cotados para a conquista do título na praia do Surf, em Villas do Atlântico.

"Estou muito entusiasmado pra esse evento. Venho treinando seriamente visando a conquista do título de 2009. Sei que terei grandes adversários pela frente como Lucas Guilherme, Vinícius Satyro, Bruno Matheus, entre outros, mas venho surfando muito bem com as pranchas que o meu shaper Passos fez e pretendo sair vitorioso. O suporte que venho recebendo da Faculdade de Ilhéus, da Wizard, da loja Lanyllas e da marca UOT são peças fundamentais na corrida por esse título inédito na minha carreira", explica Flávio Galini.

Além das disputas na categoria Universitário Surf Masculino, a prova ainda conta com mais nove categorias divididas entre Surf e Bodyboard.

Leia mais no NextSurf

Férias Tropicais

sábado, 11 de julho de 2009

Vem aí nova coleção verão 2009/2010 da UOT Princess!

Num cenário de lindas praias, a garota Uot Princess passeia, se diverte, toma sol e aproveita a estação mais esperada do ano.

A coleção será um mix de tendências da cultura Indiana com inspiração nas cores fortes e mistura de texturas numa mesma peça. Também da Índia, os desenhos e formas para estampas corridas e silks localizados.

Do nosso Brasil de clima tropical com suas praias deslumbrantes, a coleção terá figuras da fauna e da flora como paisagens, flores e os animais, além de muitos tons em degradê.

Abaixo um pouco do making of dos trabalhos para o catálogo.








A modelo chama-se Talula.


As fotos foram feitas em Búzios e Arraial do cabo.


As dunas são no caminho para arraial do cabo.



Resultado das promoções Kit UOT e Kit UOT Princess

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Resultado das promoções UOT e UOT Princess, do mês de junho.


Kit UOT Princess:
Anna Kaminski (Vila Velha - ES)
Stella Cunha de Souza (Parintins - AM)

Kit UOT:
Thiago Fortunato Rodrigues de Oliveira (Ipatinga - MG)
Leandro Teixeira (Nova Canaã Paulista - SP)

Parabéns aos ganhadores, e para participar clique nos logos das campanhas e boa sorte!


Krystian representará o Brasil no mundial

terça-feira, 7 de julho de 2009


A Confederação Brasileira de Surf (CBS) definiu esta semana a equipe que representará o Brasil no ISA World Surfing Games 2009, que acontece entre os dias 1 e 8 de agosto em Playa Hermosa, Costa Rica.

Realizada anualmente pela International Surfing Association (ISA), a "olimpíada do surf" promove a disputa nas categorias Open, Feminino Open e Longboard.

Com base no ranking da CBS, os convocados da categoria Open foram o capixaba Krystyan Kymerson (UOT), além de Marco Fernandez, da Bahia, e dos paulistas Miguel Pupo e Gabriel Medina.

Uma característica da seleção brasileira de surf é o fato de, apesar das disputas não terem limite de idade, seus atletas representarem ao que há de melhor até vinte anos do surf nacional, não vai ser diferente em outros países.
A França, por exemplo, já confirmou entre seus atletas Jeremy Flores, integrante do circuito da Association of Surfing Professional (ASP) o qual no último dia da etapa brasileira só foi barrado, nas oitavas de final por um atleta oriundo das categorias de base da CBS, o brasileiro Adriano de Sousa, o paulista Mineirinho.
Estaremos na torcida, Krystian!

Mineirinho dá ao surf brasileiro um dia histórico

sexta-feira, 3 de julho de 2009


Nem o mais otimista dos que acompanham o surf brasileiro acreditava que iria ver a final do WCT de Imbituba (SC) com Adriano Mineirinho enfrentando o melhor atleta dos últimos dez anos.

Apesar de fazer parte de nossa cultura não valorizar as conquistas de vice-campeonatos e outras posições honrosas, é preciso deixar claro que o que o menino do Guarujá conseguiu nesta sexta-feira (3) foi espetacular.

Ser o segundo, no dia em que Kelly Slater resolveu mostrar toda categoria que não conseguiu exibir nas provas anteriores deste ano, é para ficar na história.

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Skin Saving The Planet

quarta-feira, 1 de julho de 2009


O amigo Victor Werner nos mandou a imagem com o e-mail:

"Oi Paulo. São skin´s, adesivo 3m, que desenvolvo para proteção de notebooks. Agora com uma nova cara: saving the planet. Sempre o surf na veia... a próxima vai ser minha filha em cima da prancha com outro UOT. Abracei essa causa!"

Muito bacana a iniciativa do Victor em fazer um "skin" para notebook com o tema Saving The Planet.
Valeu, Victor.
Paulo Rubini
Webmarketing UOT