Coqueirinho de Surf 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010


O evento acontecerá na Praia de Coqueirinho Canyon Município do Conde PB dias 07/08 de agosto e será realizado pela marca de pranchas Sargaço Surf Boards e conta com o patrocínio da UOT, Terra Livre Turismo e Eventos e da Mix FM, contando ainda com apoios da Semente da Terra, Teccel, Zulfi Surf Shop, Wave Grip, Canyon Restaurante, PBsurf e do Surfbaraiba , Cantinho do Guaraná.

Serão dez categorias. Os quatro primeiros colocados de cada categoria receberão kits da Marca UOT mais três pranchas para os primeiros colocados das categorias open, Junior e mirim e os 50 primeiros inscritos concorrerão a uma prancha zero. Todos os inscritos receberão camisetas do evento.

Nova coleção VERÃO 2011

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um mundo de cores e alegria para o seu verão 2011.
Clique na imagem para ir até a coleção.


UOT Teen

 UOT Princess

 UOT Masculino

UOT Magazine


A UOT lança sua primeira revista online com o novo conceito de mostrar a coleção dentro de um ótimo contexto de conteúdo para voce curtir.

Omar Docena (capa), ator global que participa do longa A Onda da Vida , nos concedeu uma entrevista bem bacana.

A revista está recheada de bom conteúdo:

- Tendências verão 2011 para voce ficar antenado;
- Look Book das coleções masc., fem e teen UOT;

Tudo sobre os "surfers" da marca e muito mais!

Acesse agora e bom proveito. Fizemos com muito cuidado e profissionalismo para você.

TV Cultura faz matéria sobre o trabalho social do Moulin Surf

terça-feira, 27 de julho de 2010

A TV Cultura, regional ES, esteve em Jacaraípe - Serra/ES - para uma longa matéria sobre os trabalho social muito importante desenvolvido pela Moulin Surf School.

A matéira irá ao ar em breve pelo canal 2, programa na sexta feira às 22 hs, repetindo no sábado as 16 hs, regional e nacional.





Os surfistas, a última tribo nômade do planeta

sexta-feira, 23 de julho de 2010

A origem do surf atribui-se aos habitantes da Ilha de Uros, no Peru, que há 450 anos desafiavam o mar em balsas feitas de totora, tipo de palha. Os pescadores ficavam de pé em cima das balsas e direcionavam-as com os remos em direção à praia. Estas balsas são as ancestrais da prancha, talhada em peroba por George Freeth e Duke Kahanamoku, nos primeiros anos do século 20, no Havaí. Porém, a origem do surf traz sempre uma grande polêmica, pois os havaianos desciam as ondas pelo simples e puro prazer de fazê-lo, já para os peruanos era um modo de "voltar" do trabalho. Atualmente se dá a origem do esporte aos havaianos, no entanto, sempre quando podem, os peruanos tentam reivindicar isso.


Velhos nativos do Havaí contam muitas histórias, entre as quais algumas dizem que seus ancestrais seriam descendentes dos Incas, que aventuraram-se pelo Pacífico em suas enormes canoas. Lendas ou não, estas histórias fazem algum sentido.

Conta-se, também, que o rei Tahito, conhecido por Moiheka foi o primeiro polinésio surfista que chegou ao Havaii. Porém, em 1778 quando o navegador James Cook descobriu o arquipélago, ele afirmou que já existiam surfistas nas ilhas. Cook, considerou o surf uma atividade relaxante, mas diversos missionários protestantes que habitavam o local não tiveram a mesma opinião e durante todo o século 18 desestimularam a prática do esporte.

Até o início do século 20 o esporte permaneceu por baixo até conhecer o nome do “pai do Surf “ Duke Paoa Kahanamoku, que manteve o surf verdadeiramente vivo graças a sua simples e pura persistência pelo esporte dos reis.

Até então, o mundo não tinha idéia do que era o Hawaii, muito menos o surf, entretanto nas Olimpíadas de 1912, em Estocolmo, Duke Kahanamoku ganhou uma medalha de ouro na natação quebrando o recorde mundial nos 100 m estilo livre e uma de prata no revezamento 4 x 200.
Duke fez o mundo saber que ele era um surfista da praia de Waikiki, situada no arquipélago havaiano e que o surf era o ato de cavalgar as ondas do mar. Esta foi provavelmente a primeira vez que o mundo ouviu falar do Havaii e do surf.

Oito anos mais tarde, nas Olimpíadas de Antuérpia, Duke já aos 30 anos, conquistou medalhas de ouro e graças a esse feito, provou ser o nadador mais rápido do mundo. Somente nas Olimpíadas de Paris é que Duke perdeu sua colocação para um nadador bem mais jovem do que ele, chamado Johnny Weismuller. Este, anos mais tarde, tornou-se um conhecido ator de Hollywood, interpretando em vários filmes o papel de Tarzan. Duke filosoficamente comentou: “Pelo menos, foi necessário o Rei das Selvas para me vencer”.

Durante o período ativo a fama de Duke crescia às custas de suas vitórias olimpícas. Ele sabiamente tirava proveito de tal fama objetivando beneficiar as coisas que amava: o solo havaiano, seu povo e o surf. É dito que Duke amava o surf mais do que a natação e que era o melhor surfista da época. Após sua vitória em Estocolmo ele introduziu o surf na América em 1913 e na Austrália em 1915, sendo que, graças à sua posição de campeão olímpico, seus esforços não foram em vão. Tais esforços vingaram e floresceram, formando o embasamento do que seria o surf na Era Moderna. Ele morreu em 1986, aos 94 anos, mas até hoje todos os surfistas lembram daquele que foi e sempre será lembrado como o PAI DO SURF MODERNO!

Outdoor coleção verão 2011

quinta-feira, 22 de julho de 2010


Brasil Surf Pro - Tânio fica em terceiro

quarta-feira, 21 de julho de 2010



Tanio Barreto - UOT - ficou em terceiro no Brasil Surf Pro 2010 que rolou no sábado de boas ondas de 4-6 pés na Praia do Cupe, em Ipojuca, litoral sul de Pernambuco.


O potiguar Alan Jhones, 21 anos, assumiu a ponta da corrida pelo título brasileiro no Brasil Surf Pro 2010. Ele ultrapassou o carioca Leonardo Neves na vitória sobre o atual campeão brasileiro, Messias Felix, nas quartas-de-final.

Tânio Barreto, alagoano que no sábado despachou o baiano Alandreson Martins nas oitavas-de-final e o catarinense Jean da Silva nas quartas. “Tive um começo de temporada difícil porque me machuquei feio em Fernando de Noronha (PE), uma torção no joelho (esquerdo) que deixou muito triste”, conta Tânio. “Mas, agora está tudo bem e estou muito focado. Quando fico assim, consigo dominar as baterias e hoje foi um dia perfeito. Acordei bem, deu tudo certo e continuo aí na busca pelo bicampeonato brasileiro”, promete o alagoano que há muitos anos mora em Florianópolis (SC) e já faturou o título brasileiro uma vez, em 2001.


Resultado do Brasil Surf Pro 2010

1 Alan Jhones (RN)
2 Rudá Carvalho (BA)
3 Renato Galvão (SP)
3 Tanio Barreto (AL)
5 Bruno Galini (BA)
5 Jean da Silva (SC)
5 Hizunomê Bettero (SP)
5 Messias Félix (CE)
9 Ricardo Ferreira (SP)
9 Alandreson Martins (BA)
9 David do Carmo (SP)
9 Leandro Bastos (RJ)
9 Franklin Serpa (BA)
9 Peterson Rosa (PR)
9 Bino Lopes (BA)
9 Ulisses Meira (PB)

Surf Art Brazil


Krystian Kymerson leva etapa do Billabong Brasileiro de Surf

domingo, 18 de julho de 2010


Krystian Kymerson levou o Espírito Santo ao lugar mais alto do pódio da segunda etapa do Circuito Billabong Brasileiro de Surf, encerrada na tarde deste domingo (18), no pico do Barrão, Barra do Jucú.

A entrada de um forte vento sul prejudicou a formação das ondas, que variavam entre um metro à um metro e meio de face. Apesar do mar balançado, os principais atletas da nova geração nacional garantiram um show de surf.

Krystian estava a vontade e deu um show a parte no quintal de casa. Conseguiu chegar na final das categorias Júnior e Open, e o grande público presente vibrava a cada momento.

A expectativa ficou ainda maior durante as decisões. Na Júnior, o atleta travou um duelo contra o potiguar Italo Ferreira. A torcida queria sua vitória, mas nos momentos finais Italo conseguiu uma boa nota e deixou o Krystian com a segunda colocação.

A pressão aumentou e a decisão da categoria Open pegou fogo. O barrense entrou determinado e apoiado pelo público disputou onda-a-onda contra o cearense Gutemberg Silva, campeão da primeira etapa do circuito. Krystian tomou a liderança e desta vez não teve jeito, festa na Barra do Jucú com mais um título do atleta.

Fonte Espirito Surf
Resultados 2ª etapa (16, 17 e 18/7)
Circuito Billabong Brasileiro de Surf
Barrão, Barra do Jucú, Vila Velha (ES)

Open

1 Kristian Kimmerson 13.50 ES
2 Gutemberg Silva 12.16
3 Filipe Braz 8.40 RJ
4 Glauciano Rodrigues 7.33

Júnior

1 Italo Ferreira 12.27 RN
2 Kristian Kimmerson 11.77 ES
3 Deivid Silva 5.30 SP
4 Filipe Toledo 5.30 SP

Novo biquíni brasileiro

sexta-feira, 16 de julho de 2010

É de se notar o aumento das proporções dos biquínis das últimas edições do Fashion Rio e SPFW Fashion Week. Do internacionalmente reconhecido brazilian size, aquele quase inexistente, até as hotpants da atual beachwear nacional, o caminho entre um e outro passa não só pela tendência da temporada, mas é também um reflexo da aproximação da produção brasileira com os mercados externos.
Esse aumento das medidas não aconteceu agora. Há algumas estações os biquínis de tamanho maior têm roubado a cena na passarela, passando longe daqueles bem pequenos que continuam na maioria nas praias brasileiras.


Rosa Chá - SPFW, verão 2010/11 | Blueman - Fashion Rio, verão 2010/11


No Brasil, as mulheres defendem e usam modelos pequenos e cavados que, em outros países, tão poucos centímetros de tecido ainda assustam e provocam polêmica. A discussão sobre as medidas adequadas para o banho de sol mobilizam as opiniões pelo mundo a fora.


Rosa Chá


À esquerda, uma imagem publicitária de artigos de luxo nos Estados Unidos dá a medida do que é considerado ideal quando o assunto é a parte de trás da calcinha. À direita, Naomi Campbell estrelando campanha da Rosa Chá em 2006, que circulou por lá. Na época, provocou inúmeras reações escandalizadas de consumidoras norte-americanas. E olha que esse nem é tão pequeno assim.



Desde muito cedo, a brasileira cunhou a imagem do corpo à mostra. Com 10, 12 centímetros de lycra, a garota nacional é capaz de ir para a praia e ficar inteiramente à vontade.


Entretanto, as marcas das semanas de moda têm dedicado um pedaço maior da coleção a desenhos cheios que, até onde se sabe, não atendem grande parcela do gosto nacional.


Blue Man - Fashion Rio, verão 2010/11 | Lenny - Fashion Rio, verão 2010/11


Na raíz dessa mudança, está a ascensão do beachwear brasileiro no mercado internacional. Para tirar partido do interesse provocado pela modelagem genuinamente nacional e ganhar espaço comercial, era preciso oferecer também produtos nas medidas avantajadas e comportadas que vigoram na Europa e nos Estados Unidos. Como estas imagens da semana de moda de Miami e de uma praia do litoral norte-americano.
O fato é que, ao entrar nos mercados externos, o beachwear nacional sofreu influência em sentido contrário. E assim, como cresceram os negócios, a metragem de lycra por aqui aumentou a olhos vistos.


Caffe Swimwear - Miami, verão 2010/11


Outro fator responsável pelo fenômeno pode ser creditado inteiramente às tendências de moda. Com fatia significativa delas rezando pela cartilha dos anos 1950, as medidas maiores ganharam reforço extra. Estes dois modelo da Salinas ilustram tanto as trocas culturais, decorrentes da adapatação a mercados, quanto introduzem a influência que a modelagem da década de 1950 tem exercido na moda atual.


Salinas - Fashion Rio, verão 2010/11


É como se as pin ups de outros tempos, atrevidas para a sua época e pudicas para os padrões atuais, estivessem invadindo as praias e coleções brasileiras. A Rosa Chá no desfile de Nova York de verão 2009/10 entrou no clima.


Rosa Chá - SPFW, verão 2009/10



Adriana Degreas - SPFW, verão 2010/11 | Rosa Chá - SPFW, verão 2010/11


Desenhando para a Rosa Chá, Alexandre Herchcovitch captou bem essa entrada da lingerie como garantia de manutenção da voltagem sensual.


Rosa Chá - SPFW, verão 2010/11


Na passarela, as alternativas variam, mas sempre com biquínis bem maiores e acrescidos de outros atrativos. A Água de Coco caprichou em linhas geométricas, cintos aplicados sobre o modelo e sobrepeças de muito estilo, mas não necessariamente para se entrar na água.


Água de Coco - SPFW, verão 2010/11


Lenny, Paola Roba e Adriana Degreas também aumentaram os tamanhos. Com a entrada de tecidos inadequados para se molhar, como o chamois do modelo da imagem, a Lenny assume de vez a mudança na chamada roupa de banho. Com materiais como esse e medidas bem comportadas, algumas peças da marca mantêm a mobilidade para se deslocar em ambientes de férias, sol e lazer, mas desde que fiquem longe da água e da prática de esportes. Elas funcionam como uma alternativa para estar arrumada nestas situações. Trata-se quase de uma versão social do beachwear, na verdade.
A questão que surge é se, com a influência de tendências de moda e da necessidade da adequação a medidas internacionais, o beachwear nacional vai mesmo ficar assim, com tantos centímetros a mais.


Lenny - Fashion Rio, verão 2010/11 | Paola Robba - SPFW, verão 2010/11 | Andrea Degreas - SPFW, verão 2010/11

Fotos: ©Agência Fotosite, UseFashion e divulgação.


Eduardo Motta
eduardo.motta@usefashion.com
 
 
FONTE: UseFashion

Moulin Surf School dá show de inclusão social através do Surf

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Desde 2005 a Moulin Surf School junto com a UOT vem realizando trabalhos voltados para a área social. Em 2006 iniciou-se o "Projeto AMAS" ( Atividade Motora Adaptada ao Surf ), em parceria com a Associação Pestalozzi de Serra/ES.

O Projeto AMAS acontece todas as sextas feiras pela manhã e à tarde, atende 40 crianças e adolescentes, entre 9 a 35 anos, todos alunos da Pestalozzi de Serra, e é desenvolvido com apoio da UOT e AC Surf Board O objetivo é desenvolver as habilidades motoras das crianças vinculado à inclusão social e desenvolvimento intelectual.

E em 2010 iniciamos o "Projeto na Onda do Futuro" em parceria com a Associação Lar semente do Amor, que está atendendo 60 crianças e adolescentes entre 8 a 17 anos, residentes do Bairro de Jacaraípe e adjacências, em situações de vulnerabilidade social. Também desenvolvido com apoio da UOT e AC Surf Board, com a parceria do Banestes, o Banco estadual do ES. O projeto acontece todas as terças e quintas-feiras das 8 h às 17:30 h, na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, 2001, Bairro das Laranjeiras (Praia do Solemar), no Município de Serra.




O projeto tem como objetivo principal a promoção do direito de crianças e adolescentes terem acesso ao esporte, auxiliando-os no processo de desenvolvimento integral através da prática do surf. O Onda do Futuro também trabalha temas transversais como Meio ambiente, Ética, Pluralidade Cultural e Saúde.


Brasil Surf Pro

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Arquivo - Krystian em Noronha
A Petrobras e Skol apresentam o Brasil Surf Pro 2010 nesta semana em Pernambuco. O único desafio da disputa dos títulos brasileiros na Região Nordeste começa na quarta-feira e vai até domingo na Praia do Cupe, em Ipojuca, no litoral sul do estado. Como na estreia da Divisão Principal do Circuito Brasileiro com a produção da Max Sports e organização da Brasil1 Esporte, o bicampeão brasileiro Léo Neves foi um dos convidados para esta segunda etapa e vai defender a liderança do ranking em Pernambuco. Ele e a atual campeã brasileira Suelen Naraisa ganharam o primeiro Brasil Surf Pro da história em abril em Ubatuba (SP), largando na frente na corrida pelos títulos máximos do surfe brasileiro em 2010.

Na categoria feminina, todas as dezesseis integrantes da elite entram na rodada inicial, enquanto na masculina os 64 participantes, de onze estados do país, são divididos em três fases. As duas primeiras também são formadas por confrontos de quatro atletas. Mas, os dezesseis principais cabeças-de-chave só estrearão na terceira, quando são iniciados os duelos homem-a-homem do formato de competição implantado pela Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP) no Brasil Surf Pro 2010.

Entre os que fazem parte deste seleto grupo, Leonardo Neves (RJ) e Márcio Farney (CE), finalistas da etapa que distribuiu a primeira parcela da premiação recorde de 1 milhão de Reais oferecida com o patrocínio da Petrobras, Skol e da marca Hawaiian Dreams (HD), no primeiro ano da Brasil1 Esporte e da Max Sports na Divisão Principal do Brasileiro. Desta vez, não precisarão competir desde as primeiras fases, como na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.

O defensor do título brasileiro Messias Félix (CE), encabeça a relação dos top-16 no Brasil Surf Pro de Pernambuco. Os outros são o vice-campeão Jano Belo (PB), os semifinalistas da primeira etapa, Heitor Pereira (SP) e Alan Jones (RN) e mais Pedro Henrique (RJ), Odirlei Coutinho (SP), Hizunomê Bettero (SP), David do Carmo (SP), André Silva (CE), Rudá Carvalho (BA), Franklin Serpa (BA), Wilson Nora (BA) e dois que já têm títulos brasileiros no currículo, Renato Galvão (SP) e Tânio Barreto - UOT (AL).

Krystian estréia nesta quarta-feira, 14/7

PRIMEIRA FASE MASCULINA:

1.a: Rodrigo Dornelles (RS), Victor Ribas (RJ), Raphael Becker (SC) + convidado local
2.a: Felipe Ximenes (SC), Bino Lopes (BA), Bruno Galini (BA) + convidado local
3.a: Alan Donato (PE), Willian Cardoso (SC), John Max (RN), Heitor Alves (CE)
4.a: Simão Romão (RJ), Itim Silva (CE), Greg Cordeiro (SC), Marco Fernandez (BA)
5.a: Tomas Hermes (SC), Alandreson Martins (BA), Dunga Neto (CE), Jorge Spanner (RJ)
6.a: Ulisses Meira (PB), Halley Batista (PE), Patrick Tamberg (FN), Igor Morais (RJ)
7.a: Ricardo Ferreira (SP), César Aguiar (PE), Saulo Junior (SP), Krystian Kymmerson - UOT (ES)
8.a: Caio Ibelli (SP), Robson Santos (SP), Gilmar Silva (SP), Raoni Monteiro (RJ)

Artigo completo no OndaOn

SkimPoint: Barra Skim Attack

sábado, 10 de julho de 2010

Picos capixabas irados para o Skinboard: Barrão, Coral do meio e ESpot.
Riders: Dedé, Marquinhos, Rian, Luca, Fernando, Thiago, Lucas Damm, Lucas Lorenzoni e Joao Vitor.

Video enviado pelo André Boechat.

Os caçadores de ciclones

sexta-feira, 9 de julho de 2010


Tow in no Sul

O final do outono foi fantástico para surfistas de quase todo o Brasil. No Sul do país, os constantes ciclones bombaram sem parar e fizeram a cabeça da galera. Mas, além de ocasionar algumas lesões, as grandes ondulações destruíram parte da costa litorânea invadida pelos homens.

A primeira das nossas viagens foi até a Laje da Jagua, Jaguaruna (SC), onde os internautas do Waves já viram algumas chocantes fotos do fotógrafo Lucas Barnis. Para mim foi a melhor sessão na Laje, principalmente porque peguei algumas das melhores ondas da minha vida, mas isso é assunto para outra hora.

Nesta sessão, o local Thiago Jacaré sofreu um acidente e graças a Deus nada de mais grave aconteceu com ele. Fica a expectativa para o campeonato de ondas grandes na Laje dar seu pontapé inicial em condições excelentes.

O surf rolou em altas ondas com um pouco de vento. No dia seguinte, com o swell um pouco menor, decidimos migrar para o Farol de Santa Marta, Laguna (SC).
Leia o artigo na íntegra e veja o vídeo clicando AQUI Waves

Cycle chic: moda ciclista vira movimento

quarta-feira, 7 de julho de 2010



Origem, como está e para onde vai a tribo de duas rodas

"Se você vai usar a bicicleta para atividades esportivas ou pedalar em corridas, vai precisar de equipamentos e roupas específicas. Mas se você quiser ir de bicicleta ao trabalho ou ao supermercado, em distâncias curtas, você não precisa de nada especial. Basta abrir seu armário”.


Esta citação é de Mikael Colville-Andersen, fotógrafo e cineasta que criou o termo Cycle Chic, em meados de 2006. Uma foto despretenciosa que ele fez e você conhecerá a seguir deu nome para um movimento que está sendo seguido no mundo todo. Atualize sua coleção e guarda-roupa com o top 5 de informações que esta reportagem traz na sequência!



1. Surgimento

Criador do blog Copenhagen Cycle Chic, chamado de "The Sartorialist em duas rodas" pelo jornal The Guardian, o fotógrafo Mikael promove o uso de bicicletas como meio de transporte nas cidades. Em vez de manifestos e textos sobre o assunto, foi através de uma fotografia, em que uma garota está começando a pedalar no momento em que o semáforo muda do vermelho para o verde, que ele resumiu uma nova forma para ciclismo e moda dialogarem em centros urbanos.
Com a proposta de que as pessoas podem usar roupas normais para pedalar, Mikael desencadeou um movimento em vários países, que adaptaram o conceito ao clima de sua região. Como pedalar de terno em Londres não é a mesma coisa que pedalar com a mesma roupa no Rio de Janeiro, diversos blogs foram criados para publicar como os Cycle Chics se vestem ao redor do mundo.


2. Caracterização

Muitas pessoas não usam bicicletas no cotidiano porque não gostam roupas esportivas ou não podem chegar de bermuda e camiseta no seu ambiente de trabalho. Para estas pessoas, o Cycle Chic é uma solução perfeita, por sustentar que qualquer roupa que você usa como pedestre também pode ser usada para pedalar.
Em termos de estilo, o ideal é que a elegância norteie as produções usadas para conduzir a bike. Calça social e sapato são comuns entre homens, assim como saia e salto para mulheres. No entanto, como o movimento surgiu na Europa, é preciso bom-senso para que seja viável em países mais quentes, como o Brasil.
Mesmo que a roupa fitness caia em desuso no Cycle Chic, a segurança jamais deve ser desprezada sobre as duas rodas. Então, surgiu o desafio: como combinar capacete e colete refletivo com uma produção casual? A moda respondeu esta pergunta com itens de segurança "disfarçados" e detalhes inseridos em peças já existentes. Capacetes que recriam chapeus normais, mochilas com faixas refletivas e até casacos com lâmpadas acopladas são alguns dos filhos recentes do casamento entre pedaladas e passarelas.



3. Bikes na passarela

Diversas grifes entraram no embalo do ciclismo aliado ao mundo da moda e lançaram suas próprias bicicletas. Há para todos os estilos: desde modelos de luxo Chanel, versões mais jovens e esportivas Puma, além dos floridos veículos Liberty.

Em passarelas internacionais, a grife Moncler Gamme Bleu apresentou peças de verão 2011/12 que misturam características casuais e esportivas. Em conjunto com sapatos, calças sociais e gravatas, foram propostos itens de proteção como luvas e faixas refletivas, dispostas em diferentes lugares dos looks.

Além dos exemplos da moda cotidiana que se inspiram no ciclismo para desenvolver coleções, há semanas de moda específicas para os lançamentos do segmento. Dublin Cycle Fashion Show e Urban Legend Fashion Show são os eventos mais expressivos e envolvem desfiles, exposições e feiras.




4. Onde está e para onde vai

Cycle Chic é uma tendência em evolção em cidades que investem em instalações para melhorar o uso da bicicleta. Com a crescente popularidade do movimento, há programas comunitários, como o Velib, em Paris, Bicing, em Barcelona, Eu Vou de Bike, no Brasil, que informam aos cidadãos as facilidades de trocar o carro pela bicicleta.
Mesmo em cidades em que não há infra-estrutura para pedalar com segurança, os grupos de ciclistas são numerosos e querem ver mudanças. Em São Paulo, por exemplo, ciclofaixas clandestinas foram pintadas neste ano em algumas avenidas movimentadas que não oferecem condições para ciclistas trafegarem. Protestos como este demonstram que há um público consolidado e ativo, que clama por rua e respeito.

5. Referências

Como toda tribo, Cycle Chic também tem sua musa, que serve de referência para os demais adeptos. A modelo Agyness Deyn ganhou o título ao desfilar com sua bicicleta em inúmeras ocasiões, sempre com looks que misturam peças clássicas com estampas chamativas e exóticas.
Recentemente, a Oakley lançou uma revista inteiramente dedicada ao universo do ciclismo. Chamada "Rebels - Revista Oakley da Cultura Ciclística", a publicação traz traz entrevistas com algumas personalidades e atletas japoneses patrocinados pela marca. Rebels segue os padrões da revista japonesa Hidden Champion, que aborda outros esportes sempre referenciando a moda.

A seguir, confira uma série de blogs nacionais e internacionais que retratam o Cycle Chic em diversos lugares:
Brasil
Curitiba (PR): Curitiba Cycle Chic
São Paulo (SP): Gata de Rodas
Teresina (PI): Pedale Piauí!
Moda ciclista feminina: Pedalinas

Fotos: Reprodução e Divulgação
Eduardo Pedroso
eduardo.pedroso@usefashion.com





Dica bacana da estilista da UOT Princess, Juliana Negrelli

Erick Wilson no Simpósio Biologia Marinha

terça-feira, 6 de julho de 2010

"13° Simpósio de Biologia Marinha que rolou em Santos semana passada.
Quem esta comigo em uma das fotos é o Serapião (artista plastico e um grande amigo) que esteve presente tambem no evento expondo suas tartarugas feitas de resina
" - Erick Wilson





Alma do Mar - Festivalma 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Erick Wilson foi convidado pela galeria Alma do Mar para fazer uma pintura ao vivo neste sabado(3/7) durante o Festivalma que rolou na Bienal (São Paulo).