Aloha, 2012!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Paulo Alves e seu KIT da promoção "Liberdade para voar com UOT"

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Este é o Paulo Alves, de Praia Grande/SP, curtindo seu KIT UOT.
Valeu, Paulo!

A moda verão das bermudas de surf

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011


Todos sabem que há algum tempo os homens não eram tão ligados às tendências de moda, mas isso vem mudando a cada estação. Portanto, a moda está oferecendo cada vez mais opções para aqueles interessados em se vestir e se sentir bem, unindo conforto e estilo.

Com essa variedade expressiva de opções vamos fazer uma tomada do que estará em alta para o verão 2012 em se tratando de bermudas.
  
As bermudas ou boardshorts, inspiradas no visual surfwear, virão com modelagens mais folgadas, bermudas com tecidos leves, muitos tipos de estampas, xadrezes, listras e tudo que remete ao mar; logo, o azul estará presente em praticamente toda a estamparia, prezando sempre por conforto e praticidade. Todos esses modelos de bermudas podem ser complementados por camisas mais básicas.




O interessante dessa moda de bermudas é que a gama de opções é tão vasta que pode atender desde os mais tradicionais até os mais ousados.

Lembrando que as bermudas surfwear são produzidas para serem usadas também na água, pois o tecido é extremamente leve e de secagem rápida; porém, nada te impede de usá-las no dia-a-dia.

Dicas rápidas:
  • Se você é alto, a sugestão é de que se deve optar por um modelo até no máximo dois dedos abaixo do joelho, já os mais baixos devem escolher modelos até a altura do joelho ou acima o que proporciona o alongamento das pernas.
  • Já quando se trata de estampas, escolha a que mais se adapta ao seu estilo.
  • A cintura deve ficar na altura do ossinho do quadril.
  • Se for usar meia, que sejam as soquetes ou as que não aparecem de maneira alguma.
  • Caso queira e precise usar cinto, escolha os de sarja.
  • O que determina a melhor forma de usar a camisa com a bermuda é sua forma física: Para os mais gordinhos é melhor que as usem por fora, já os que estão “em forma” podem optar pelo uso das camisas por dentro da bermuda.

Então? Qual é o seu tipo de bermuda?

Natal UOT com FRETE GRÁTIS

sábado, 10 de dezembro de 2011



As provas de que o surf evoluiu nos últimos 21 anos.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


10 - Está cheio de mulher surfando melhor que você;
 9 - Sua próxima surf trip pode ser para o Alaska ou para a Namíbia;
 8 - O Jet-ski não é mais o brinquedo de verão dos playboys;
 7 - Você só é respeitado no mar se der um aéreo 360º. E sem a mão na borda, seu pregão.
 6 – A Indonésia está mais crowdeada que o Guarujá num feriadão;
 5 – A roupa de borracha não fica pendurada no varal e sim, conectada na tomada.
 4 – As ondas de 20 pés viraram merrequinhas perto de Jaws e Cia;
 3 – O Dane Reynolds nasceu;
 2 - A bermuda curtinha e apertadinha dos anos 80 morreu;
 1 - Tem gente chamando você de “tio” no outside. 

Fonte: Revista Hardcore abr/2010

A Arte na Preservação da Vida Marinha

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O Vôo do Surf Capixaba.


Neste artigo, nosso articulista colaborador e freesurfer, faz um desabafo panorâmico sobre o surf capixaba profissional.
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Nunca fui muito ligado nas competições estaduais, aliás, como todo “freesurfer” sempre fico meio chateado quando alguma competição, seja de nível profissional ou amador, é realizada no meu pico, no Ulé, por juntar tanto “haole” e gente estranha ao mesmo tempo, fora a garotada que arruma a maior bagunça dentro d’água e tira qualquer um do sério! Mas nunca deixei de torcer e acompanhar os surfistas capixabas nos campeonatos nacionais e também internacionais. Analisando bem essa questão, dá para chegar a uma conclusão do porque o “pouco caso” com o surf capixaba, e olha que sou surfista, justamente quem deveria dar mais atenção. Será?

Arrisco-me em dizer sem cerimônias de que o surf profissional capixaba NÃO EXISTE! O que existe aqui em nosso querido estado é a garra, determinação e vontade de alguns que escolheram viver do surf, mas se aqui ficarem NADA conseguirão como profissionais, o máximo é um troco para o pedágio da Rodosol a caminho de Setiba.

Mas por quê? Qual o motivo de não termos um surf com um circuito forte proporcionando o profissionalismo de atletas e de pessoas ligadas ao meio? Seria pela falta de picos com ondas de qualidade sendo que praticamente só temos Regência como onda de nível nacional e internacional? Seria pelo baixo nível técnico dos atletas como conseqüência dos picos de ondas tão irregulares como as de Jacaraípe e Ulé (picos mais freqüentados), ou pela falta de investimentos ao segmento impossibilitando a profissionalização dos atletas locais não permitindo que os mesmos vivam do surf e se dediquem a ele integralmente? 

Bom, muitos com certeza dirão:
 “- falta investimento!” 

Será mesmo? Mas o que é preciso para conseguirmos que as empresas locais invistam no esporte? E as que já investem? Porque não investem mais? Entendo que o investimento tem que se justificado com o devido retorno financeiro, caso contrário fica inviável injetar grana e por em risco a saúde financeira da empresa, isso é óbvio, então vem a pergunta: o surf capixaba é um bom negócio? Tá na cara que não! E de fato, se analisarmos como “capitalistas”, chegaremos a uma conclusão de que não é um bom negócio –ainda – investir no esporte aqui no Estado, devido ao inexpressivo número de praticantes como o de potenciais consumidores  que compram a imagem do esporte que é justamente o que as empresas exploram! 

Mas o que fazer então? 

O que penso a respeito vai muito além desse simples assunto, levaria linhas e linhas para colocar toda uma dissertação a respeito do que acho que deveria ser feito, o que não vem ao caso, mas digo uma coisa que tenho certeza! Investir nos talentos leva qualquer esporte a ser mais atrativo, pois eles conseguem repercussão e atraem a mídia não só a especializada como também a não especializada, elevando o número de pessoas interessadas e com isso aumentando o “consumo da imagem” do esporte e o transformando em um bom negócio. Só que esse investimento é de longo prazo, e fazê-lo não é tão simples como se pensa. 

Foram muitos os atletas que se destacaram e ganharam repercussão aqui no Espírito Santo, atraindo a mídia nacional e conseguindo de certa forma evidenciar e dar retorno aos seus patrocinadores. Mesmo com o pouco conhecimento que tenho sobre a história profissional do surf aqui no Estado, desde Nelson Ferreira ,  que venceu uma etapa do brasileiro e terminou em quinto no ranking nacional que não vejo um atleta com tanta projeção como o Krystian Kymerson.

Lembro-me quando o via ainda moleque se jogando nos buracos do Ulé!  Krystian surfa fácil, com um posicionamento e leitura de onda fantástica! Vendo-o surfar é uma lição a ser tomada! As valinhas do Barrão aliadas ao seu talento e aos ensinamentos de seu pai, que sempre o acompanha, “esculpiram” um surfista muito forte! E isso vem se traduzindo em resultados!

Com apenas 18 anos eis o currículo do “muleque”:

3º Lugar no brasileiro PRO JR- junho 2010 Circuito ABRASP (Associação de Surf Profissional Brasileiro);
1° lugar Saquarema terceira etapa Seletiva PETROBRAS de surfe masculino – setembro – 2010;
5° lugar no ranking geral PRO JR Brasil ASP;
9° lugar no mundial PRO JR realizado em Bali - outubro 2010, pela WJT ASP (Word Junior Tour da Associação de Surf Profissional, que reúne os 48 melhores surfistas até 21 anos do mundo);
3° lugar no Oakley PRO JR realizado na praia de Joaquina;
5° lugar no estadual de surfe profissional do rio de janeiro 2010;
Quartas de final do campeonato paulista de surfe 2010;
Quartas de final do campeonato catarinense de surfe profissional 2010;
Campeão da Etapa Brasileira da CBS realizada no Espírito Santo em 2010;
Está entre os 10 melhores surfistas PRO JR do mundo;
Começou 2011 ganhando uma etapa do PRO JR na Austrália;
 3° lugar no ranking geral Australiano atual 2011 PRO JR;
Campeão brasileiro PRO JUNIOR 2011.

Tá bom ou quer mais?

O “KK” tem tudo para se tornar o maior surfista capixaba da história e fazer decolar o surf do Espírito Santo. Lembrando que por trás de seu talento e dedicação existe uma marca que vem investindo, tendo a coragem para encarar esse atual e difícil “cenário mercadológico”, para colher grandes frutos no futuro! 

Valorizar o trabalho que a UOT vem fazendo com o Krystian é fazer parte de um esforço para justamente tornar o surf capixaba mais forte. Hoje, o “KK” está no Hawaii, aprimorando o seu talento nas difíceis e pesadas ondas havaianas, fazendo o seu “PhD” para  tornar-se doutor no surf, na maior “faculdade” de surf do mundo! Levando as cores de nosso Estado, a nossa torcida e o logo da UOT no bico. Tenho certeza de que em breve a cobertura da temporada das principais revistas de surf do país ilustrarão o “KK Fly” em suas páginas, e a esperança de um futuro melhor para o surf profissional capixaba.


Go KK Go!!

“Aloha e Go Surforever!”

Eduardo Machado

Skate - Só dá Marcelinho!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tratado pela imprensa como fenômeno por competir numa categoria que vai dos 11 aos 14 anos de idade, com apenas 9 anos, Marcelo Damazio (UOT / Holdback), sempre andando no limite e o principal, andando de skate e colocando o Espírito Santo no mapa das competições!

A seguir um video bacana com matéria feita pela Band com o nosso Marcelinho.